sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Uma poesia

SOM E PALAVRA

Som que toca
Palavra que acontece
Vida que ressoa
Justiça que se estabelece
Som que vibra na voz dos que inspirados por Deus tocam
Palavra que em poesia revela, acontece e faz nascer
Vida que pulsa e ecoa a verdade que transforma
Justiça criativa que o perdão manifesta e em amor se estabelece

Almir Lima Andrade


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PECADO E REDENÇÃO SOCIAL

Almir Andrade[1]

Iram Meira[2]

Ivanaldo Rocha [3]

Laureano Neto[4]

Zenaide Vieira[5]

“Todo pecado é cometido contra Deus, sua pessoa, sua vontade e sua lei. Mas, o mal praticado pelo homem atinge também o seu próximo.”[6]

Segundo Agostinho, o pecado é aversão a Deus e conversão às criaturas. O princípio do pecado é o egoísmo, ou seja, a tentativa de satisfazer as necessidades pessoais por meios próprios. O pecado constitui-se em uma ofensa direta ao homem, pois o despoja de seus bens de sua honra e de sua dignidade.

No Antigo Testamento quando o povo de Israel fixa-se na terra prometida, a prosperidade e as riquezas tornam-se novas tentações. Os pobres são objeto de exploração, a competição desumana se antepõe a compaixão para com os irmãos, desta forma o projeto traçado por Javé é corrompido pelo pecado.

Atualmente vivemos a angustia do mal presente em todas as estruturas sociais, a dimensão do pecado parece inundar tudo. A forma mais impressionante é a que se manifesta na sociedade e em suas estruturas, através da cumulação estrutural da injustiça dos homens passados e presentes e da consequente predisposição para o mal de todos os homens.

Em tempos hodiernos toda a história deve ser concebida como uma luta contra o pecado que se manifesta nas nossas consciências e nas nossas estruturas. Não é possível construir um mundo mais humano e fraternal sem a vitória sobre o pecado que tudo envenena, como os profetas do Antigo Testamento cada um de nós é convocados a ser voz de denuncia e agente de transformação desta cruel realidade.

Pecado social é reconhecer que o pecado de cada um repercute, de algum modo, sobre os outros. É social o pecado contra o amor do próximo. É igualmente social todo o pecado cometido contra a justiça, quer nas relações de pessoa a pessoa, quer nas da pessoa com a comunidade, quer, ainda, nas da comunidade com a pessoa. É social todo o pecado contra os direitos da pessoa humana, a começar pelo direito à vida, incluindo a do nascituro, ou contra a integridade física de alguém; todo o pecado contra a liberdade de outrem, especialmente contra a suprema liberdade de crer em Deus e de o adorar; todo o pecado contra a dignidade e a honra do próximo. É social todo o pecado contra o bem comum e contra as suas exigências, em toda a ampla esfera dos direitos e dos deveres dos cidadãos. Pode ser social tanto o pecado de comissão como o de omissão: da parte dos dirigentes políticos, econômicos e sindicais, por exemplo, que, embora podendo, não se empenhem com sabedoria no melhoramento ou na transformação da sociedade, segundo as exigências e as possibilidades do momento histórico; como também da parte dos trabalhadores, que faltem aos seus deveres de presença e de colaboração, para que as empresas possam continuar a proporcionar o bem-estar a eles próprios, as suas famílias e à inteira sociedade.

Redenção Social

A redenção social precisa de revolta, não uma revolta de forma irresponsável e tumultuada, mas uma revolta que traz uma nova maneira de perceber a realidade comunitária em que se está inserido, surge assim um valor social.

O grande achado teológico de Lutero girou em torno do significado do termo justiça em Rm 1.17. Lutero, em seus escritos, diferencia a justiça externa da justiça interna. A primeira refere-se a nossa conduta perante os outros homens, e pode ser vista externamente, já a segunda refere-se à perfeição e pureza do nosso coração. Justiça não refletida na prática não pode ser expressão da graça divina.

Quando se fala de Redenção Social na comunidade de fé, torna-se imprescindível a percepção da temática político- econômico social que permeia os textos bíblicos, bem como o papel da Igreja na transformação do mundo e na implantação do Reino de Deus aqui na terra. A Eklésia só pode ser Eklesia quando torna-se em agente transformador da realidade na qual está inserida. O projeto é de Deus, mas a construção é responsabilidade do homem.



[1] Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, Graduando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Nordeste – STBNe.

[2] Graduando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Nordeste – STBNe.

[3] Graduando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Nordeste – STBNe.

[4] Graduando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Nordeste – STBNe.

[5] Graduando em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Nordeste – STBNe.

[6] Declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira Art. 4º

terça-feira, 16 de março de 2010

O SAGRADO


1. Uma breve compreensão do Sagrado

Segundo Marilena Chauí[1], o sagrado seria uma experiência da presença de uma potência ou de uma força sobrenatural que habita algum ser – planta, animal, humano, coisas, ventos, água, fogo. Potência esta que seria um poder que pertence propriamente ao ser, podendo este ser possuir e perder, não ter e adquirir. O sagrado opera o encantamento do mundo, habitado por forças maravilhosas e poderes admiráveis. Para Marilena Chauí, o sagrado seria a própria divindade e a tentativa humana de contato direto com essa realidade inatingível, seria a religião. O contato com o divino, ou seja, a experiência com o sagrado é capaz de despertar nos seres humanos sentimentos que os levariam do amor ao ódio. No judaísmo e no cristianismo experiência sacra ocorre por meio da revelação, na qual Deus revela ao homem sua “emunah”, que em hebraico quer dizer vontade, podendo o ato revelatório acontecer pelas mais diversas experiências, sonhos e visões, mas o fundamento é ouvir o que a divindade lhes diz, porque dela provém o sentido primeiro e último de todas as coisas e do destino humano.
Nas palavras de Mircea Eliade[2] em seu livro O Sagrado e o Profano, a primeira definição, ou talvez, a única coisa que de fato que possa ser afirmada a respeito do sagrado, é que ele é o oposto do profano, sendo que para o fenômeno religioso o sagrado é a vida religiosa e o profano a vida secular e essa oposição entre sagrado e profano traduz-se, muitas vezes, como oposição entre o real e o irreal. Mircea Eliade considera que o sagrado seria o instrumento de ligação do homem com o divino, assim qualquer objeto ou instituição poderá ter um caráter sagrado tendo em vista que, as manifestações do divino através de sua força e poder, as chamadas hierofanias, revelam ao homem a divindade de forma inteiramente diferente das realidades “naturais”.
O sagrado sempre encanta o mundo, e esse encantamento pode gerar medo, espanto, mas ao mesmo tempo curiosidade e admiração. É nesse processo que surge o sentimento religioso e a experiência da religião.
Rudolf Otto na sua obra “O Sagrado” [3], analisa as modalidades da experiência religiosa esclarecendo o conteúdo e o caráter específico dessa experiência. Assim diante do sagrado o ser humano descobre um sentimento de pavor, seria o mysterium tremendum, que exala uma superioridade esmagadora de poder do divino, além disso, quem se chega ao sagrado encontra o temor religioso gerado pelo fascínio, o mysterium fascinans, que atrai e impulsiona em direção ao divino. Para Rudolf Otto é a experiência com o sagrado, ultrapassando sempre os limites do natural, que leva o ser humano ao encontro da perfeita plenitude do ser. Para o ministro evangélico enveredar-se por este sentimento fascinante e misterioso é compreender-se na medida em que a divindade se revela.

“... sendo um arrepio místico, desencadeando como efeito colateral na autopercepção o sentimento de criatura a sensação da própria nulidade, de submergir diante do formidável e arrepiante objetivamente experimentado no receio.” (Otto, 2007, p49)

Para compreender o caráter do sagrado e os meios pelos quais a revelação divina chega até o homem, é necessário entender a experiência religiosa e o seu significado para o ser humano, pois é envolto nesta manifestação cultural que ele consegue transpor as barreiras do próprio ser, passando a compreender e entender a sua jornada em direção ao divino.





[1] CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora. Ática, 2000.
[2] ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano / Mircea Eliade; [tradução Rogério Fernandes]. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
[3] OTTO, Rudolf. O Sagrado: os aspectos irracionais na noção do divino e sua relação com o racional. São Leopoldo: Sinodal/EST; Petrópolis: Vozes, 2007.



Almir Lima Andrade

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Real motivação


Qual é minha real motivação para fazer o que faço?

Às vezes me questiono e sem respostas vago no pensar. Falar de Deus é muito bom, mas qual será minha real motivação neste falar? Será que ainda penso que minha religião é a melhor e por isso merece ser a única?

Às vezes esqueço que a religião é a expressão de um coração em busca do Sagrado. Se estiver a buscar o divino de forma errônea minha esperança é que um dia sua grandiosa revelação me alcance. Para mim Jesus é a revelação máxima de Deus à humanidade, e quando falo em Jesus refiro-me ao Jesus que um dia viveu em solo palestino, andou por meio de desertos, tocou em pessoas, chorou, sofreu, morreu e ressuscitou, um Cristo que é Kírios (Senhor) que manifesta-se muito além da clausura religiosa em que muitos o tentam colocar.

Jesus, que é a palavra de Deus, realmente precisa ser novamente Senhor, para que aqueles que propõem-se a ser servos percebam que senhores de nada são.

Qual será a nossa real motivação? Será que queremos expressar a graça que liberta ou aprisionar a fé que depende?

Qual será minha real motivação?

Senhor perdoa-nos e guarda-nos de nós mesmos.


Almir Lima Andrade

terça-feira, 7 de julho de 2009

Pensando sobre um amor teista

Tentar olhar para a plenitude da terra e entende-la como uma simples coincidência, é o mesmo que o pensar simplório de um pai que olha para o filho e entende que a criança é apenas obra de suas mãos. Perceber cada detalhe daquele pequeno ser, sentir o diferente soar de um choro, receber um beijo ou um pequeno abraço sem ao menos ter pedido vai muito além das minhas capacidades de “criador”.

Olhar para e terra, seus contrastes e belezas, sua altivez e delicadeza, e não perceber a mão de um Criador é tão difícil como perceber somente a minha mão na criação de uma vida tão delicada e preciosa, a do meu filho.

Criações distintas, mas tão perfeitamente formadas, a cada detalhe em cada feição e paisagem, a cada sorriso e pôr do sol, a cada choro e a cada torrente de chuva que ao longe ressoa, a mão de um ser que é tudo fica mais e mais clara.

Revelar-se na criação já seria o motivo suficiente para eu crê, mas perceber um Deus pessoal suplanta todas as expectativas de quem só queria entender-se. Perceber um Deus Criador que é tudo e manifesta-se de forma pessoal, me da esperança.

Tenho esperança ao entender que não estou só, esperança que alimenta o desejo de a cada dia conhecê-lo, esperança que não consigo ver, mas com logaminidade espero, esperança de um dia entender o amor, de vê-lo e perceber que toda espera não foi em vão.

-Almir Lima Andrade-

sábado, 27 de junho de 2009

O SAGRADO

O QUE É O SAGRADO?

O sagrado é uma experiência da presença de uma potência ou de uma força sobrenatural que habita algum ser – planta, animal, humano, coisas, ventos, água, fogo. Essa potência é tanto um poder que pertence propriamente ao ser, quanto algo que ele pode possuir e perder, não ter e adquirir.
Nas palavras de Mircea Eliade em seu livro O Sagrado e o Profano, a primeira definição, ou talvez, a única coisa que de fato que possa ser afirmada a respeito do sagrado, é que ele é o oposto do profano, sendo que para o fenômeno religioso o sagrado é a vida religiosa e o profano a vida secular e essa oposição entre sagrado e profano traduz-se, muitas vezes, como oposição entre o real e o irreal
O sagrado sempre encanta o mundo, através de suas hierofanias, que são as manifestações de força e poder inteiramente diferente das realidades ‘naturais’, esse encantamento pode gerar tanto medo como admiração e nesse processo surge o sentimento religioso e a experiência da religião.
Para Rudolf Otto no clássico livro O Sagrado nos dá sua percepção sobre o assombro de tentar, através da experiência religiosa, entrar em contato com o Sagrado.
“...sendo um arrepio místico, desencadeando como efeito colateral na autopercepção o sentimento de criatura a sensação da própria nulidade, de submergir diante do formidável e arrepiante objetivamente experimentado no receio.’” (Otto Rudolf – O sagrado. p49)


RELIGIÃO UMA BUSCA PELO SAGRADO


A palavra religião vem do latim: religio, formada pelo prefixo re (outra vez, de novo) e o verbo ligare (ligar, unir, vincular). A religião é um vínculo. Quais as partes vinculadas? O mundo profano e o mundo sagrado, isto é, a Natureza (água, fogo, ar, animais, plantas, astros, metais, terra, humanos) e as divindades que habitam a Natureza ou um lugar separado da Natureza.
Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico. Sendo assim o hábito, geralmente por parte de grupos religiosos de taxarem tal ou qual grupo religioso rival de seita, não têm apoio na definição do termo. SEITA, derivado da palavra latina "Secta", nada mais é do que um segmento minoritário que se diferencia das crenças majoritárias, mas como tal também é religião.

HERESIA é outro termo mal compreendido. Significa simplesmente um conteúdo que vai contra a estrutura teórica de uma religião dominante. Sendo assim o Cristianismo foi uma Heresia Judaica assim como o Protestantismo uma Heresia Católica, ou o Budismo uma Heresia Hinduísta.

A MITOLOGIA é uma coleção de contos e lendas com uma concepção mística em comum, sendo parte integrante da maioria das religiões, mas suas formas variam grandemente dependendo da estrutura fundamental da crença religiosa. Não há religião sem mitos, o mito não é uma fabulação ilusória, uma fantasia sem consciência, mas a maneira pela qual uma sociedade narra para si mesma seu começo e o de toda a realidade, inclusive o começo ou nascimento dos próprios deuses. Só tardiamente, quando surgiu a Filosofia e, depois dela, a teologia, a razão exigirá que os deuses não sejam apenas imortais, mas também eternos, sem começo e sem fim. Antes, porém, da Filosofia e da teologia, a religião narrava teogonias (do grego: theos deus; gonia, geração) isto é, a geração ou o nascimento dos deuses, semideuses e heróis. Apesar de a linguagem mítica ser usada com muita ênfase na religião, podem existir mitos que não participem de uma religião.

MÍSTICA pode ser entendida como qualquer coisa que diga respeito a um plano sobre material. Um "Mistério".


PRESENÇA DA RELIGIÃO EM TODA A CULTURA HUMANA

Não há registro em qualquer estudo por parte da História, Antropologia, Sociologia ou qualquer outra "ciência" social, de um grupamento humano em qualquer época que não tenha professado algum tipo de crença religiosa. As religiões são então um fenômeno inerente a cultura humana, assim como as artes e técnicas.
Grande parte de todos os movimentos humanos significativos tiveram a religião como impulsor, diversas guerras, geralmente as mais terríveis, tiveram legitimação religiosa, estruturas sociais foram definidas com base em religiões e grande parte do conhecimento científico, "filosófico" e artístico tiveram como vetores os grupos religiosos, que durante a maior parte da história da humanidade estiveram vinculados ao poder político e social.
Hoje em dia, apesar de todo o avanço científico, o fenômeno religioso sobrevive e cresce, desafiando previsões que anteviam seu fim. A grande maioria da humanidade professa alguma crença religiosa direta ou indiretamente e a Religião continua a promover diversos movimentos humanos, e mantendo estatutos políticos e sociais.
Tal como a Ciência, a Arte e a Filosofia, a Religião é parte integrante e inseparável da cultura humana, é muito provavelmente sempre continuará sendo.

TIPOS DE RELIGIÕES

Há várias formas de religião, e são muitos os modos que vários estudiosos utilizam para classificá-las. Porém há características comuns às religiões que aparecem com maior ou menor destaque em praticamente todas as divisões.
A primeira destas características é cronológica, pois as formas religiosas predominantes evoluem através dos tempos nos sucessivos estágios culturais de qualquer sociedade.
Outro modo é classificá-las de acordo com sua solidez de princípios e sua profundidade filosófica, o que irá separá-las em religiões com e sem Livros Sagrados.
Existe uma classificação que leva em conta essas duas características, e divide as religiões nos seguintes quatro grandes grupos distintos.
Nessa divisão há uma ordem cronológica. As Religiões PANTEÍSTAS são as mais antigas, dominando em sociedades menores e mais "primitivas". Tanto nos primórdios da civilização mesopotâmica, europeia e asiática, quanto nas culturas das Américas, África e Oceania.
As Religiões POLITEÍSTAS surgem num estágio posterior do desenvolvimento de uma cultura. Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais o Panteísmo vai se tornando Politeísmo.
Já as MONOTEÍSTAS são mais recentes, e atualmente as mais disseminadas, o Monoteísmo quantitativamente ainda domina mais de metade da humanidade.
E embora possa parecer estranho, existem religiões ATEÍSTAS, que negam a existência de um ser supremo central, embora possam admitir a existência de entidades espirituais diversas. Essas religiões geralmente surgem como uma reação a um sistema religioso Monoteísta ou pelo menos Politeísta, e em muitos aspectos se confunde com o Panteísmo embora possua características exclusivas.
Essa divisão também traça uma hierarquia de rebuscamento filosófico nas religiões. As Panteístas por serem as mais antigas, não têm Livros Sagrados ou qualquer estabelecimento mais sólido do que a tradição oral, embora na atualidade o renascimento panteísta esteja mudando isso. Já as politeístas muitas vezes possuem registros de suas lendas e mitos em versão escrita, mas Nenhuma possui uma REVELAÇÃO propriamente dita. Isto é um privilégio do Monoteísmo. TODAS as grandes religiões monoteístas possuem sua Revelação Divina em forma de Livro Sagrado. As Ateístas também possuem seus livros guias, mas por não acreditarem num Deus pessoal, não tem o peso dogmático de uma revelação divina, sendo vistas em geral como tratados filosóficos.
Eis algumas palavras de Rubem Alves em seu livro “O que é religião”:
"O Universo físico se estrutura em torno da alma humana. E talvez seja esta a marca de todas as religiões por mais longínquas que estejam uma das outras..."
Rubem Alves



Bibliografia:

Chauí, Marilena– Convite à Filosofia, Ed. Ática, São Paulo, 2000.
Otto Rudolf – O Sagrado, Petrópolis, Vozes 2007
Alves, Rubem Azevedo – O que é Religião, Abril Cultura, Brasiliense, 1984
Eliade, Mircea – O Sagrado e o Profano, Martins Fontes, 1992
Marcos Valerio – Site: http://www.xr.pro.br/

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